Novidades do Mercado #30

Chegou a segunda e com ela nossa coluna mais requentada que pizza de final de semana.

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Editora JBC

Pra começar, a JBC liberou durante a semana passada algumas informações sobre o primeiro lançamento do ano: Rurouni Kenshin Especial: Versão do Autor. A série de dois volumes terá em média 180 páginas e alguns comentários do Watsuki sobre a história. O formato será o 13×20 e com papel offset, tudo isso por R$ 16,50, assim como Hellsing. O lançamento está previsto para fevereiro.
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Na sexta-feira rolaram dois anúncios de mangás, algumas novidades de outros títulos e o início de um concurso:

O primeiro mangá é para o Ink Comics e se chama Dragon’s Dogma Progress. O mangá em dois volumes é uma adaptação da série de games com mesmo nome. A história narra a aventura de Karol, um garoto que tem seu coração consumido por um dragão e agora parte atrás da criatura para tentar recuperá-lo.

O segundo anúncio era o esperado UQ Holder! que já tinha vazado através de um blog (e que agora vazou o suposto lançamento de Sidonia). O mangá está em publicação no Japão e tem atualmente 9 volumes, com uma média de lançamento de 3 a 4 volumes por ano. A série é do famoso Ken Akamatsu, o mesmo autor de Love Hina e Negima, sendo UQ uma espécie de continuação do segundo.Volume_1_Cover

Sobre as novidades, Kekkai Sensen teve seu título nacional divulgado, ele se chamará Blood Blockade Battlefront, seguindo a determinação japonesa de criar um nome internacional fixo.

Sobre os hiatos da editora, Freezing 28 chega hoje nas bancas e Fairy Tail 51 também chega em janeiro. Já os volumes 29 e 52 (respectivamente) ainda não possuem previsão (mas FT pode vir em março). Lost Canvas Gaiden 14 deve sair entre fevereiro e março, enquanto Blue Exorcist 16 e BTOOOM! 19 devem ficar para março ou abril apenas.

Por fim, a editora anunciou a participação no concurso mundial de desenhos sobre The Seven Deadly Sins. Serão 20/25 desenhos escolhidos pelos japoneses entre todos os países que publicam a série, e estes escolhidos estarão nas páginas do volume 20 da série. Para participar você deve enviar o desenho para mangas@editorajbc.com.br até o dia 31 de janeiro.  Os arquivos deverão ter no máximo 5MB e devem ter resolução de impressão de 300 dpi. A editora pede que os desenhos sejam escaneados e não fotografados.

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Editora Panini

E a bomba da semana veio da italiana, mas antes uma noticias mais calmas:
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Foi confirmado pela editora que a capa de Assassination Classroom 10 seguirá o padrão mundial e vai ser toda holográfica. A editora até mesmo postou a foto ao lado em seu perfil mostrando o resultado.

Outra notícia boa é que a editora tomou vergonha na cara e finalmente admitiu um atraso. Isso ocorreu com o databook One Piece: Yellow, e ele precisou ser realocado para o checklist de janeiro. Só falta agora eles admitirem o mesmo erro com Naruto Gold né?

Pra fechar, uma polêmica de nível Gold (sem piadas com Naruto). A editora revelou as informações básicas de One Punch-Man e Vagabond.

One Punch-Man terá papel offset 90g, capa fosca e as orelhas originais. O preço será de R$ 16,90 com lançamento em março e periodicidade bimestral.Vagabond_01_001_00

Vagabond irá sair em fevereiro e mensal, desde o seu volume 1. A obra terá papel offset 90g, média de 250 páginas, capa fosca e com verniz localizado, além de orelhas. O preço final será de R$ 17,90.

Quinta-feira eu vou fazer um post para falar um pouco sobre essas informações da Panini e o peso que isso pode ter no mercado. Mas adianto minha opinião: eu estou muito preocupado com o que isso pode acarretar, tenho poucas esperanças que isso seja benéfico para o mercado.

Mas na quinta eu explico melhor, por hoje é só pessoal.

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33 comentários

  1. Quanto aos anúncios da JBC, não é nada que seja do meu interesse então vou acabar passando os dois títulos, mas para quem queria UQ é bom.

    Já na Panini eu achei sensacional a capa de Assassination Classroom, deu até vontade de pegar o volume mesmo não colecionando HSAUh … Sobre Vagabond e OPM, gostei bastante também que divulgaram a gramatura do papel que vai ser usado e sendo os dois da qualidade de Planetes. Sei que isso pode causar um BUUUM no comércio e que mangás com preço similar e material inferior causará um grande rebuliço, muita gente reclamando e tudo mais, mas a questão é que se com essa jogada da Panini em fazer um mangá com qualidade e um preço aceitável der certo e outras empresas do mercado passarem a fazer o mesmo? Acho que a Panini pode estar mudando o mercado TALVEZ para melhor e que as concorrentes vão ter que se adaptar um pouco a isso.

    Claro que nem todo título poderá ter um tratamento como Vagabond e OPM isso é óbvio, muitos não tem o peso que esses dois tem, porém mangás mais aclamados atualmente(Haikyuu, Shokugeki, Boku no Hero, etc) e até mesmo republicações (Slam Dunk, FMA, etc) possam acabar vindo em um tratamento realmente bom e que condiz com um preço de talvez R$16,90/R$17,90. É isso que o povo vai ter que ver, um título como Dragon’s Dogma Progress não é capaz de suportar um preço para competir com Vagabond por exemplo e logicamente será mais barato e de material inferior.

    Jeito é esperar o lançamento dos dois e ver como isso vai impactar o mercado daqui pra frente.

    • “Panini em fazer um mangá com qualidade e um preço aceitável der certo e outras empresas do mercado passarem a fazer o mesmo? Acho que a Panini pode estar mudando o mercado TALVEZ para melhor e que as concorrentes vão ter que se adaptar um pouco a isso.” Esse é justamente o ponto que eu vou abordar no post de quinta, a Panini PODE fazer isso porque é a Panini, se der merda, a Marvel e a DC cobrem o rombo. As outras não, elas vivem dos mangás, se der merda, não tem plano B pra remediar.

    • Também acho que o preço deve ser compatível com o “peso” do título. A Panini está acostumada a fazer esse tipo de coisa com HQ’s. Normalmente são lançadas as mais aclamadas/pedidas em um formato superior e as menos pedidas ou menos “importantes” em capa cartonada. É claro que não podemos comparar aqui vendagem e preço, pois sabemos que quadrinhos de super herói vendem muito mais que mangás, o público é muito mais amplo. O que estou querendo dizer é o “estilo”, o tratamento que é dado pela Panini. Em alguns casos ela chega a lançar um mesmo material em dois formatos diferentes (ao mesmo tempo) para alcançar públicos de diferente renda.
      Quem sabe num futuro isso também não aconteça com os mangás. Como Planetes foi muito bem recebido e elogiado, é provável que a Panini mantenha o padrão em algumas obras.
      Enquanto isso, a JBC aposta no BIG, que é ótimo também!

  2. Concordo com a bolha! kkkk! Não sei se esse preço é benéfico não. De qualquer forma, vamos deixar os comentários para o post de quinta.

    Por hoje quero expressar a minha alegria com o anúncio oficial de UQHolder, fiquei um tanto surpreso porque era bem óbvio que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde, mas mesmo assim apenas eu e mais um colocamos esse título no bolão! Independente disso, é mais um shoujonem feito pelo Akamatsu e até que é legalzinho.

    Agora, tomara que se confirme o lançamento de Sidonia, porque o mangá é sensacional! Se for pela JBC, ainda faturo mais 2 pontinhos no bolão!

    Rezando agora pelo relançamento de xxxHolic e para conseguir um emprego melhor e dar conta desse ano de 2016 que promete demais, tanto em mangás quanto em HQ’s!! 😛

  3. Era óbvio que UQ ia sair aqui pela JBC, mas juro que não achei que seria tão cedo, por isso nem botei no bolão, pqp hein. Só tem 9 volumes até agora, então seria perfeito se ela o intercalasse com Kekkai Sensen (torcendo pra que ele seja bimestral também, ai consigo pegar os 2). Espero que Sidonia seja lançado pela JBC também, dai eu ganho uns pontos.

    Sobre a Panini, acho que eles estão fazendo um “teste”. Ataque dos Titãs e Tokyo Ghoul foram títulos tão pedidos quanto One Punch Man, até mais, mas eles trouxeram num formato que desse pra maior parte das pessoas comprarem, bem barato. Talvez se OPM der certo eles comecem a trazer os mais famosos nesse formato ao invés de mais acessíveis? Sei lá, é o que me parece.
    Uma coisa certa é que o pessoal vai cair matando em cima da JBC, já que OPM vai vir todo bonito a 16,90 e Kenshin especial vai ser no mesmo formato do relançamento de Kenshin, só que atualizado com a inflação e aumentos dos 2 últimos anos, por isso ta 16,50.

    • Cara, já vi gente falando que Hellsing é um lixo, um mangá que até ontem era perfeito agora já é lixo.
      Mas minha opinião nem é só por causa das outras editoras, é por causa do publico mesmo que aparentemente não consegue perceber a diferença entre a Panini conseguir baixar seus preços e os outros baixarem os seus, e que insistem em colocar NewPOP e JBC no mesmo nível que uma multinacional. É como comparar Fruki com Coca Cola.

      • Nem vou entrar no mérito do cara do ChuNan trabalhar na Panini (antes que alguém diga isso), mas realmente é algo exagerado, algo que perdeu completamente a imparcialidade.
        Tem um perfil no Face para mostrar erros de mangás, mas só aparece os da JBC, eu comentei sobre o erro na lombada de Berserk 9 e alguns erros da NewPOP e me xingaram, dizendo que eu era puxa-saco da JBC.
        O troço já perdeu completamente a proporção do aceitável e virou puro haterismo.

      • Haterismo vem de várias partes.

        Assim como já vi gente falando “pow, se visse pela JBC tava de boas, mas como é Panini eu passo” ou “Cara, só compro Sidona pela NewPOP se custar o mesmo que Madoka, os outros mangás deles são caros e a qualidade não é isso tudo não” (sendo que a pessoa que escreveu isso compra Terra Formars e Zetman da JBC), já vi gente hateando a JBC. Mas chegou em um nível extremamente tenso. Tem muita coisa errada. Começou com aquela piada de Yu Yu Hakusho sendo interpretada como um erro, passou para Another ter transparência (pro tip: pegue um livro de uma Aleph da vida e surpreenda-se com a mesma transparência já que é papel de livro e costuma ter — não que o offset seja o melhor pra leitura, mas falar que isso importa em uma parada que só tem palavra é complicado) e aí foi até chegar em um ponto onde a JBC mal pode anunciar um negócio que já vem com “mais um mangá transparente”.

        Sério, R$16,50 em Kenshin ficará no mesmo nível de Hellsing e Parasyte, onde até tem a transparência, mas só se você grudar a cara no papel vai notá-la (ao menos com esses dois títulos, eu os vejo estando em boa qualidade). E tem mais, a JBC tem tido um (péssimo, na minha opinião) costume de não revelar todos os detalhes logo de cara. Por exemplo: Parasyte. Só quando saiu a primeira edição é que revelaram que tinha capa fosca. E se Kenshin tiver? Será que o preço fica mais em conta? Sem falar que mangá da Jump Square geralmente tem página colorida (Kekkai Sensen tem, por exemplo) no tanko. Ou seja: muita coisa pode rolar ainda. Mas mesmo assim, o mais fácil é em vez de deixar de comprar (pois como já disse uma vez: se tá caro pra você, a melhor forma de demonstrar isso é tocando no bolso, abaixar o preço eles não vão), ficar hateando.

        O que eu acho válido cobrar, e concordo plenamente, é uma revisão melhor por parte da JBC, que vem decaindo MUITO recentemente. Parece a NewPOP quando estava no começo dos mangás. Sério, erros arbitrários mesmo. Só que que nem você disse, Haag: quer expor os erros da JBC, expõe das outras editoras também. Porque a NP melhorou em revisão, mas ainda peca sim, principalmente nos livros. A Panini deu um up em qualidade nesses lançamentos recentes, mas ainda tem mangás com qualidade bem baixa no catálogo (Aoharaido chega a parecer que vai esfarelar na mão) e um serviço de assinatura péssimo.

        Sério, não tem editora perfeita. Agora, tem a editora que trabalha com menos títulos por mês e pega poucas coisas populares (NP), a que tem bastante títulos populares no catálogo e trabalha com uma quantidade grande de mangás e comics (Panini) e aquela que vive essencialmente de mangás e tenta balancear títulos populares com aqueles mais específicos (JBC). Basta reconhecer isso, a alta do dólar e o problema do papel para ver porque cada um tá tentando dar o seu jeito de resolver os problemas.

        Apesar de eu achar que a JBC se exaltou em anunciar muitos títulos em vez de segurar um pouco por causa da crise, não acho que ela esteja fazendo isso de sacanagem. Foi o jeito dela de tentar segurar, mas acho que isso acabou prejudicando muito internamente (e por isso estamos vendo o “efeito transparência” e a falta de revisão). Só que, por outro lado, se não lançar nada novo num bom andar da carruagem, muitos títulos alcançam ou finalizam e aí teria-se meses com pouca coisa em banca. Ou seja, esses meses seriam de baixo lucro em meio a uma situação delicada, algo que não pode acontecer. A Panini não precisou fazer o mesmo (sério, vejam os lançamentos totais dela de 2015) pois já tinha vários títulos longos em andamento, a maioria bimestrais. Ou seja, eles teriam “meses cheios” por muito tempo. E a NewPOP é a NewPOP, o pouco lucro dela é mais do que suficiente para cobrir os custos que precisa (além do fato de ela pertencer a Yamato e se beneficiar com eventos como o Ressaca Friends, onde foi lançado o livro de Fate/Zero), e isso faz com que o checklist do mês seguinte seja muito dependente do anterior. Eles só podem dar sinal verde para a produção se o mês anterior tiver alcançado um mínimo, assim penso eu.

        Cada uma funciona à sua maneira. E eu espero que esse problema do papel na JBC acabe logo, pois tem títulos excelentes como Orange sendo prejudicados por causa disso. O povo pula fora na hora. :/

        Só uma nota: o Dih tem atualizado o Chunan, mas o checklist é de outra pessoa agora. Quem faz esses comentários agora é um escritor novato. O que eu acho engraçado mesmo são as indiretas que a NP e a Panini tem mandado a JBC, como se fossem perfeitas. É estratégia de guerra (literalmente), mas não vejo necessidade pra isso. Tudo bem que é competição de mercado, mas isso aí já está bem infantil e complicado.
        (E o novo cara que tá tomando conta da Fanpage da NP é um safadinho esperto, contrataram um bom malandro)

      • Só pra deixar claro também, eu também acho que tem que cobrar a JBC em relação a edição. Porque na moral, a falha no Yu Yu 14 foi bizarra demais, acho que foi de longe o pior erro que já vi em mangá e o que me chateou mais ainda foi que a editora nem se pronunciou. Não digo nem fazer um recall ou coisa do tipo, só explicar mesmo. Porque erro de digitação e alguns erros de português são chatos, mas em geral eu relevo porque acontecem com todo mundo, mas apagar a cara de um personagem é complicado.

      • Não sei como aconteceu aquela falha em Yu Yu #14. Eu tenho o volume aqui e realmente o rosto do detetive está apagado. CLARO que na hora revisar podem até ter pensado “é mania do Togashi apagar os rostos de personagens” (e isso acontece muito mesmo), MAS em primeiro lugar: quem, como e por que apagaram o rosto? Poxa, quem está editando tem que prestar atenção nisso. Hoje é um rosto, amanhã é alguma parte importante do cenário do mangá.

      • Ler, leem sim. Como disse: pode ter sido o caso de acharem que foi coisa do Togashi a falta de rosto, ele faz isso mesmo. Erros de revisão de texto realmente daria pra dizer que é falta de leitura/revisão, mas no caso do rosto me parece ter sido algo específico da parte da edição que, no mínimo, deve ter dormido em cima do mouse do computador. Só pode. :v

  4. Cara, que semana de surpresas. A primeira é que eu nem sabia que tinha mangá de Dragon’s Dogma (e nem joguei o jogo ainda D: ). Só 2 volumes. Como é do Ink, pode ser baratinho. Se for R$12,90, levo na hora. Se for um pouco mais, vou pensar um pouco. Com certeza deve ser uma propaganda pro jogo, mas o traço na parte interna é bem legal (pelo que vi no Google) e eu gosto de quadrinhos baseados em jogos. Ainda tenho Street Fighter na minha lista de desejos, por exemplo. E se deus quiser eu vou pegar as Graphic Novels de Tomb Raider assim que saírem.

    Kekkai Sensen é um nome bem melhor, bem mais sonoro e conhecido (se tem gente que ainda pede pra Panini lançar Nanatsu, imagina com Kekkai e esse nome totalmente diferente?). Mas, bem, marca é marca. Só que putz, deve ficar uma capa parecida à americana então. Só espero que usem uma fonte parecida com o subtítulo “Antes da Queda” daquele spin-off de SNK, e não sigam exatamente a capa americana. Porque, sendo sincero, acho a logo americana bem feia (geralmente são, veja só as capas de Tokyo Ghoul que horror). Ainda vou ver se levo, torcendo pra ser bimestral. Se Sidonia for verdade mesmo, 2016 vai ser um ano cheio. Queria já estar trabalhando novamente :/

    A Panini quando quer, consegue. Apesar de preferir o preço padrão para coisas como OPM, admiro muito uma edição mais caprichada. O problema mesmo é que são praticamente 17 reais pra algo que dá pra ler em uns 15 ~ 20 minutos (ou menos até). Pagar 13 reais em Antes da Queda dói bem menos, mas admito que OPM dá bem mais vontade de colecionar (até porque é bem melhor mesmo em questões de narrativa mesmo IMO). Sério, vai ficar lindo. Como é bimestral, é menos coisa por mês ao menos. Mas aí depois de Março, vem os lançamentos de Abril e Maio na sequência para bater a carteira de qualquer um. Isso sem contar os que saem em Fevereiro :v

    Deixando isso de lado, espero que a empreitada de Vagabond dê certo dessa vez. Não colecionarei, mas algum dia terei os livros originais de Musashi, que dizem ser excelentes. E digo mais: acho que a Panini acertou em cheio no formato e está no caminho certo para a obra não ser cancelada. É uma pena que o histórico ainda desanime muitos leitores. Quem sabe se conseguirem finalizar títulos paralisados que fecharam no Japão isso não mude? Tiger and Bunny seria um começo, e olha que faltam apenas alguns volumes (se bem que Guin Saga falta um volume até hoje).

    E só pra reiterar:
    – Capa de Assassination Classroom melhor capa. TODO MÊS EM QUE SAI É.
    Com esse brilho então, ela vai ficar linda na estante.
    – Passo UQ Holder com gosto.²

    • – Passo UQ Holder com gosto.³: Principalmente pq não li Negima, e embora não seja 100% necessário ler, sempre tem aquelas referências que nem o Capitão América entende. Então vou deixar de lado.
      – Já Dragon’s é exatamente o você falou, eu achei a sinopse interessante, mas ao mesmo tempo me preocupou pois parece história demais pra dois volumes. A principio eu pego, mas vai depender muito do que eu ver na banca.
      – Vagabond não vou pegar por motivos de Samurai, é o mesmo que Blade, eu não sou tão fã assim, prefiro o cyberpunk tipo Éden mesmo.

  5. Li o texto e os comentários, então resolvi comentar algumas coisas:

    1 – Fora o Akira e GITS, a JBC não anunciou nada de impacto ainda este ano. Talvez eu compre UQ Holder por ser do Akamatsu.

    2 – Da Panini é Arakawa, One Punch e Lovely Complex. E o primeiro volume de Vagabond^^. Eu não vou antecipar meu comentário sobre qualidade e tal. Deixo para o texto que você vai preparar. Lá eu digo minha opinião^^.

    3 – Como o Lucas disse quem faz os checklists do Chunan não é o Dih (que trabalha na Panini). O Chunan é bem legal, as pessoas de lá parecem ser bem legais nas redes sociais, menos esse carinha que faz os checklists. Parece um adolescente revoltado com os pais, mas no caso seria com a JBC mesmo. rsrsrsrs

    4 – Parece que a JBC perdeu muitos funcionários para a Panini (não foram só os conhecidos Renata e Kitsune) e isso que causou esses erros atrás de erros de revisão. Só que isso não a exime dos erros, e devem ser cobrados sim. Mas, de fato, cadê os erros das outras editoras nessas páginas no facebook? É curioso isso.

    • Não sei se ela perdeu MUITOS funcionários, mas com certeza é de se notar que os trabalhadores mais notáveis foram para a Panini mesmo. E olha só como isso afetou a JBC no quesito de revisão.
      Não sei o que se passa por lá, não sei a Panini tá pagando mais ou algo assim, mas acho melhor eles maneirarem no que estão fazendo. Não digo que vão falir, mas é muito estranho ver uma galera boa daquelas saindo e sendo aproveitada justamente pela rival (mesmo o Kitsune tendo ido para os Comics e apenas a Renata para os mangás, ainda assim é estranho demais).

    • E eu vou mais longe: Arakawa é o mangá que eu mais estou aguardando esse ano. (mantendo óbvio suas proporções a Akira e GiTS).

      Essa questão dos erros é como você falou: tem que cobrar sim a JBC pelos erros, já estão ficando feio, porém tem que cobrar pelas coisas certas, já vi um pessoal falando que Chobits 8 e Limit estão finos por causa do papel, mas ignorando completamente que eles tem 130 até 160 páginas.

      Ou o caso das lombadas, volta e meia converso com o Lucas sobre isso, foi um chilique com Chobits 5 e Parasyte 3, mas ninguém falou nada de Berserk 9. Eu sou contra reclamar de lombada, porém se é pra reclamar, reclamem de todas e não só de uma.

      Eu parei de ler o ChuNan, não sabia que tinha mudado o carinha dos checklist. Erro meu 😛

  6. Falei da qualidade la em cima mas vou esperar quinta pra expandir melhor o comentário. Sobre os lançamentos de 2016 para mim só OPM, Vagabond(vou arriscar), Akira e GiTS o resto não me chamou tanto a atenção, talvez acabe pegando Akame e Arakawa mas não tenho certeza.

    Todo esse haterismo em cima da JBC começou depois de Gangsta ao meu ver, antes não tinha toda essa comoção para falar dos erros e do papel, virou tipo uma “modinha” falar que a empresa abusa dos preços e que é transparente em todos os sentidos e tudo mais. Ainda não comparei as lombadas de Berserk para ver o erro, mas comparado com a barulheira que foi a lombada de Chobits como o Haag disse, não chega nem perto, se eu não tivesse visto no twitter ia acabar passando batido por mim e só veria na estante.

    • Pior que eu já cansei de perceber mudanças em lombadas SÓ na estante. E mesmo assim tem quem vá postar foto, digamos, de Parasyte e reclamar de milímetros de diferença entre o logo de um volume para o outro (sendo que em Chobits, sendo bem sincero, acaba sendo muito mais gritante nesse quesito). Última coisa que ligo em mangá é lombada. Comprei Berserk #9 e fiquei “meh, tá ok” com o erro. Mas também fiquei assim com vários erros da JBC e outras editoras em lombadas. Porque, bem, eu acabo comprando pra ler. Estando com bom português e dando para ler (eu só reclamei de Gangsta #1 pois tava complicado de ler os balões, MUITO MESMO), depois eu avalio se o material físico valeu a pena.

      Se deixar a lombada virada depois de ler me incomodasse tanto, eu teria de trocar desde coisas tipo meu SNK #1, com nome do autor ao contrário, até o meu BTOOOM #6, que tem um “tiro” na lombada (acidente meu :v ).

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